Como se sabe, o Jazz se alimenta basicamente da improvisação, ou "criação em plena execução", o que pode ser particularmente útil num ambiente altamente competitivo e de muita velocidade.
Estruturas internas menos rígidas (mais horizonte e menos top-down) e maior capacidade de adaptação às mudanças creio que são o legado do Jazz na administração. O que deve passar na cabeça de todos que leram esse artigo é a idéia de improvisação como escape de um norte definido. Adaptação é diferente de mudança de rumo: se quero ir para o norte e sou obrigado a me adaptar devido ao ambiente, escolho uma rota alternativa à noroeste para chegar no NORTE. Se optasse, ao invés disso, a ir para o sul, bem, aí sim seria um erro estratégico.
Acho importante aprendermos com o Jazz a tomar caminhos alternativos, sempre!
o meu,, da um tempo,, a gente nao consegue ler um post e ja tem outro,,,, parabéns pelo blog e manda ver
ResponderExcluirabs
marcelo